O empréstimo sem garantia para pequenas empresas realmente é possível?

Todo empresário sabe que uma boa injeção de capital no momento certo pode fazer com que a empresa alavanque seus resultados. Além disso, poder contar com recursos extras também pode ser importante para salvar o negócio em um momento de crise.

A grande dificuldade, principalmente para os pequenos negócios, é na hora de conseguir um empréstimo. Geralmente os credores exigem uma série de garantias e de formalidades excessivas com a intenção de se proteger contra eventual insolvência.

O que muitas pessoas não sabem é que o empréstimo sem garantia para pequenas empresas é uma realidade. Por isso, vamos mostrar tudo o que você pode fazer, passo a passo, para que a sua empresa possa contar com mais essa possibilidade, caso ela precise.

Confira na sequência!

Planeje-se

Antes mesmo de pensar em solicitar um empréstimo ou fazer uma simulação, é importante que o gestor consiga responder 2 perguntas muito simples:

  • de quanto dinheiro preciso?
  • em que exatamente esse dinheiro vai ser investido?

A dica de ouro durante a fase de planejamento é evitar de pedir dinheiro emprestado caso a empresa não esteja precisando dos recursos com urgência e evitar a todo custo as opções de crédito pré-aprovado — como é o caso do cheque especial e do cartão de crédito —, já que os juros são bem maiores.

Cuide das suas finanças pessoais

Não há nenhuma dúvida de que é um empréstimo para a pessoa jurídica. No entanto, as instituições financeiras costumam levar em consideração também o estado das finanças pessoais também dos sócios da empresa.

Assim, se seu nome está em algum cadastro de proteção ao crédito, é bom dar uma atenção para as finanças pessoais antes.

Pesquise bem

Grande parte das regras relativas aos empréstimos para pessoas jurídicas variam de acordo com a instituição. Por isso, é muito importante pesquisar até encontrar as condições ideais para o seu negócio.

Além disso, existe uma diversidade enorme de produtos disponíveis no mercado. O empreendedor pode, por exemplo, contratar um empréstimo em que a destinação do dinheiro esteja vinculada ao contrato.

É o que acontece com o empréstimo para capital de giro ou obras.

Não se esqueça de calcular o CET

O custo efetivo total (CET) é um dos números mais importantes a serem analisados ao longo de todo o processo. Antes de contratar uma linha de crédito não podemos supor que os juros serão as únicas despesas ligadas à operação.

Instituições financeiras cobram também taxas administrativas, e é justamente a soma de todos esses valores que vai gerar o custo efetivo total.

Elabore um plano de negócios

Depois de se certificar de que a empresa está com o planejamento em dia, que os sócios estão com o nome limpo na praça, que a instituição financeira escolhida atende às necessidades da empresa e que os juros e taxas cabem dentro do bolso, é hora de convencer a instituição a liberar os valores.

Para isso, você vai precisar de um plano de negócios. É preciso demonstrar à instituição financeira que eles não estão investindo em um navio com o casco rachado, isto é, que a empresa tem potencial para utilizar esse dinheiro para fazer mais dinheiro.

Conte sempre com a tecnologia

Em conclusão, vale lembrar que muitos pequenos empresários já estão aproveitando de todos os benefícios que a tecnologia tem a oferecer na área financeira. Trata-se das chamadas fintechs, empresas modernas que utilizam tecnologia de ponta para oferecer um serviço muito melhor do que o que já existe no mercado.

É o caso, por exemplo, das plataformas on-line de empréstimos, que ligam empresas que precisam de capital a investidores. Além do empréstimo sem garantia para pequenas empresas, as taxas de juros são bem mais baixas do que as praticadas no mercado.

Agora que você já sabe tudo sobre crédito, que tal aprender um pouco mais sobre como o crowdfunding pode ajudar a sua empresa?

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