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Investimentos

Queda da SELIC: Entenda os impactos nos seus investimentos

 

O Comitê de Política Monetária anunciou na última quarta-feira (11/01/2017) a queda de 0,75 ponto percentual da taxa básica de juros, para 13% ao ano. Essa mudança confirma, ainda mais, a forte tendência de queda da taxa nos últimos meses. Vamos entender qual o impacto disso na economia, e principalmente, nos seus investimentos.

Impacto da queda da SELIC na Economia Brasileira

A taxa de juros tem um impacto muito grande na economia, aquecendo-a ou esfriando-a e aumentando ou diminuindo a demanda por certos tipos de investimento. No Brasil a taxa de juros é normalmente alta, pois temos um histórico de muita volatilidade e incerteza política e econômica, o que desmotiva investidores estrangeiros a aplicar seu dinheiro por aqui. A alta taxa de juros é o que faz nosso país ser um destino convidativo para alguns investidores se arriscarem.

Quando a taxa de juros cai, como está acontecendo agora, muitos investidores estrangeiros não vêem mais vantagens em assumir o Risco Brasil, e acabam liquidando suas aplicações. Por outro lado, pessoas e empresas brasileiras conseguem acesso a crédito (empréstimo) de uma forma mais barata, e usam esse dinheiro para expandir seus projetos. Isso aquece a economia nacional.

No entanto a euforia de uma economia aquecida pode gerar excessos e descontroles (se não conhece, procure saber sobre a história da crise econômica de 2008), por isso é sempre bom manter o humor do mercado dentro do bom senso. Por essa razão o governo pode eventualmente subir a taxa de juros e esfriar um pouco a economia.

No caso do Brasil, ainda temos espaço para uma expressiva queda da SELIC, por isso até mesmo o próprio Banco Central (em seu relatório de mercado do dia 6 de Janeiro de 2017) aponta para uma taxa de 10,25% ao ano até o fim desse ano, o que significaria que a taxa atual ainda cairia mais 2,75 pontos percentuais.

Impacto da queda da SELIC nos Investimentos

A taxa SELIC é uma base para a principal taxa de comparação de investimentos em renda fixa: o CDI (Certificado de Depósito Interbancário). A maioria dos títulos de renda fixa, tais como CDB, LCA/LCI, e Tesouro Direto, acabam flutuando com a SELIC (uma exceção é uma classe de ativos do Tesouro Direto que possui taxas pré-fixadas), o que faz alguns investidores nacionais migrarem para ações na bolsa de valores quando a SELIC cai, e vice-versa. Investir na bolsa, porém, é muito mais arriscado e requer extrema cautela.

O lado bom disso tudo é que a SELIC geralmente seguem movimentos opostos. A inflação foi abaixo do esperado em 2016, o que perimitiu ao governo abaixar a taxa SELIC para estimular a economia. Então mesmo que seu investimento em renda fixa não esteja rendendo a mesma taxa de antes, pelos menos a inflação está menor e seu dinheiro não está perdendo valor tão rapidamente.

E os investimentos na Nexoos? Como são impactados pela queda da SELIC?

A Nexoos é um excelente alternativa para o cenário atual, pois apesar de possuir um risco maior que os investimentos em renda fixa, esses riscos ainda nem se comparam à volatilidade da Bolsa. Além disso, na Nexoos todos os investimentos possuem taxas de retorno pré-fixadas (similar a aquela classe de títulos do Tesouro mencionada acima), portanto esses investimentos estão protegidos da volatilidade da SELIC no curto e médio prazo. Veja abaixo uma comparação básica do investimento na Nexoos com os principais títulos de renda fixa:

Comparação da rentabilidade de um investimento de R$10.000(1)

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(1) Todas as Taxas são Brutas (antes do desconto do Imposto de Renda). Apenas a poupança é isenta de IR.
(2) Nexoos: Considerando uma taxa média de retorno de 21% ao ano e o reinvestimento das parcelas recebidas.
(3) CDB Pré – taxa bruta ao ano – Fonte: Valor Data – Consultado em 06/01/2017.
(4) Tesouro Pre-fixado 2019 LTN – Fonte: tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto-precos-e-taxas-dos-titulos. Consulta em 06/01/2017.
(5) Poupança – Fonte: Banco Central do Brasil – Consulta em 06/01/2017.

O que acontece é que as taxas de juros dos empréstimos na Nexoos são tabeladas. Cada rating de risco possui uma taxa associada. Quanto maior for o risco associado à empresa solicitante, maior será a taxa de juros do empréstimo e o retorno dos seus investidores.

Eventualmente, se a SELIC continuar a cair nos próximos 2 anos, os bancos serão forçados a baixar suas taxas de juros de empréstimo, o que teoricamente forçaria a Nexoos a rever sua tabela e diminuir as taxas de juros de cada rating. Todavia as taxas de juros da Nexoos já são em média 50% mais baratas que os bancos tradicionais, então o cenário de revisão das taxas é improvável.

Para o investidor Nexoos, sempre vale a taxa pré-fixada de cada investimento. Quando você investe em uma empresa através da plataforma, você já sabe de antemão qual será a taxa de rendimento durante todo o investimento. Faça chuva ou faça sol, caia SELIC ou suba SELIC, seu retorno na Nexoos será o mesmo acordado no início do investimento.

Clique aqui caso você queira se cadastrar na plataforma Nexoos, simular investimentos, e até mesmo ver os relatórios das empresas disponíveis para investir. 

Gostou de saber um pouco mais sobre a SELIC e seu impacto sobre investimentos? Comente o que achou abaixo e compartilhe esse artigo no facebook e linkedin!

* Fonte da Imagem Capa: G1/Globo.com

Formado em Engenharia Elétrica pela UNICAMP, James fez parte da AIESEC por 4 anos, trabalhando a nível Local e Nacional em 3 países diferentes. Hoje é Head de Produto e Dados na Nexoos, gerenciando o desenvolvimento da plataforma e os produtos financeiros associados.

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