Saiba como fazer um gerenciamento de dívidas eficaz para sua empresa

Quando o saldo negativo na conta bancária acaba se tornando parte da rotina da empresa, muitos gestores acabam perdendo as esperanças. De fato, estamos falando de uma situação extremamente delicada, especialmente para as micro e pequenas empresas, que geralmente não possuem um sistema robusto de gerenciamento de dívidas.

No entanto, há uma série de medidas que podem ser tomadas para tentar reverter esse quadro e é exatamente sobre isso que vamos falar ao longo de todo este artigo. Confira a seguir:

Por que o gerenciamento de dívidas é tão importante?

As dívidas em si não chegam a representar uma ameaça para as finanças da organização. Em muitos casos, inclusive, a empresa precisa contrair dívidas para poder crescer ou mesmo para se manter no jogo.

O problema começa quando essas dívidas não são bem gerenciadas e monitoradas, o que pode acabar fazendo com que a organização contraia obrigações maiores do que pode honrar. Como resultado, joga-se para o mês seguinte o que deveríamos pagar no mês corrente, criando uma bola de neve junto com os juros e as multas por atraso.

Se essa é a sua situação, então fique de olho nas preciosas dicas que daremos a partir de agora!

Como dar início ao gerenciamento de dívidas?

Faça um diagnóstico das finanças

O primeiro passo para reverter uma situação de endividamento grave é conhecer de perto a movimentação financeira da empresa. Quanto vendi no mês? Quanto terei que reinvestir para compor o estoque? Qual foi o lucro obtido? Se você ainda não possui um software de gestão, é importante anotar tudo em cadernos ou planilhas!

Responder a essas e outras perguntas é muito importante para descobrir quais foram os fatores que levaram a organização a contrair tantas dívidas.

Mesmo que o gestor consiga tirar a empresa do vermelho de alguma forma miraculosa, ela voltará a contrair novas dívidas em um futuro não muito distante se o que houver de errado não for descoberto e/ou combatido.

Corte custos

Agora que já conhecemos os fatores que originaram as dívidas, já é possível elaborar um plano mais efetivo para recuperar a saúde financeira da organização. Sem esse conhecimento prévio, é como se tentássemos curar apenas os sintomas e não a doença em si.

O passo seguinte, portanto, é avaliar quais gastos podem ser eliminados ou reduzidos. Podemos pensar em economia em termos de energia elétrica, água e esgoto, banda larga, pacote de dados, tinta para impressora e combustível para veículos, entre tantas outras opções.

Mesmo que o corte não seja significativo, não tem problema! Certamente, o somatório de todas as economias resultantes dessa mudança de postura fará alguma diferença nas contas.

Negocie a forma de pagamento

Não há dúvida de que o contrato é lei entre as partes, certo? Entretanto, uma boa conversa pode facilitar a vida de ambas as partes, já que, para o credor, é melhor receber um pouco menos ou parcelado do que não receber caso a empresa quebre. Muitos gestores acabam ficando presos às condições que constam no contrato e, por conseguinte, criam situações que desfavorecem o fluxo da organização a longo prazo.

Se as dívidas são com fornecedores, por exemplo, podemos pensar em trabalhar com um estoque consignado. Assim, a sua empresa paga o fornecedor com os recursos das vendas do próprio produto.

Procure as melhores condições para se capitalizar

Por fim, não poderíamos deixar de abordar aquelas situações em que a empresa precisa de dinheiro na mão na hora para apagar algum incêndio. Nesses casos, o ideal é mesmo procurar uma linha de crédito.

Mas atenção: contratar empréstimos a juros altos pode ser a tampa do caixão! Por isso, procure pelas taxas mais baratas do mercado. Muitas micro e pequenas empresas têm buscado refúgio nos chamados empréstimos P2P, ou peer to peer lending.

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